domingo, 13 de março de 2011

Cape Foulwind e Lake Mahinapua - Ilha Sul (parte 1/4)

Ainda em Auckland (ilha Norte), compramos uma excursão pela ilha Sul que teria início em Christchurch. Então pegamos um vôo baratinho da Jet Star e fomos pra lá. Conhecemos pouco a cidade e não vimos nada de muito interessante.

Na Nova Zelândia existem excursões por todo o país num sistema bem interessante: você escolhe um roteiro dentre os disponíveis (são vários) e pode ficar quantos dias quiser em cada cidade. Depois, quando decidir, segue viagem. Muito menos “amarrada” do que uma excursão tradicional a qual estamos acostumados.
Algumas empresas como a Magic Bus e a Kiwi Experience são especializadas nessas excursões e nós escolhemos essa última para a nossa saga neozelandesa.

No dia seguinte, começou nossa viagem pela ilha Sul.

Cruzamos a ilha de leste a oeste pra pernoitar na pequena e pacata cidade de Westport. Pacata até demais... Absolutamente nada pra fazer... Mas no dia seguinte cedinho caímos na estrada rumo a Lake Mahinapua. No caminho o ônibus parou para fazermos uma caminhada pelos fiordes neozelandeses na Cape Foulwind e depois uma olhada nas Pancake Rocks. Esses lugares são muito bonitos, mas o ônibus para por um tempo curto demais na minha opinião. Essa é a parte ruim da excursão. Nesse momento não tem como você ficar mais tempo, só nas cidades pernoite, então aproveitamos o máximo que pudemos as belas paisagens que essa parte da Nova Zelândia possui.

Em Lake Mahinapua, ficamos no Mahinapua Hotel, um albergue estilo camping, com traillers e um pub bem legal, o Poo Pub.
Comandado pelo velho barbudo Les, o albergue é longe de tudo, mas a noite a diversão fica por conta de uma festa a fantasia com a galera do ônibus, o que garante boas risadas, mais interação, cerveja, sinuca e o que mais rolar...


Cape Foulwind

Cape Foulwind

Cape Foulwind

Cape Foulwind

Pancake Rocks

Pancake Rocks

Pancake Rocks

Vista da costa

Festa a fantasia no Poo Pub

Les, o barbudo dono do Pub

terça-feira, 1 de março de 2011

Kiwis

Em Outubro e Novembro de 2009 fui à Nova Zelândia com um casal de amigos (Vinicitu e Cris) ver qualé da terra dos kiwis e esportes radicais.
A viagem ate lá dura uma eternidade, mas uma hora você acaba chegando...

Nossa primeira parada foi Auckland, a maior cidade do país (e aonde chega a maioria dos vôos internacionais). A cidade é bem bonita e organizada, com prédios modernos e vários parques, mas os carros andam do lado errado da rua... Maldita herança dos ingleses!
Eu reclamo disso porque atravessar a rua com mão invertida é mais difícil do que se possa imaginar... Quem já viveu, sabe do que estou falando...

Nosso foco turístico na cidade foi dar o tradicional passeio a pé, onde se pode ter um gostinho da vida local, e a Sky Tower, uma torre de 328m de altura (maior que a Torre Eiffel), de onde se pode ter uma bela vista da cidade e ainda fazer umas atividades radicais, como o Sky Jump e Sky Walk. Ficamos só com o visual mesmo e deixamos pra radicalizar depois.

Escolhemos o ACB para nos hospedarmos. O albergue é muito bem estruturado, mas é bem grande e impessoal. O ponto fraco são os chuveiros com sistema de acionamento igual ao de torneiras de banheiros de restaurantes. Você aperta, sai água por 1 minuto e pára! Bom pros porquinhos, mas nós ficamos um pouco irritados com isso. O ponto forte é a agência de turismo que tem lá. É possível programar e comprar toda a sua viagem pela NZ. Mesmo que você queira uma viagem mais “solta”, podendo ficar quantos dias quiser em cada cidade, sem dias e horários certinhos.


A noite, a cerveja e sinuca ficaram por conta do Globe Bar, um bar/boate ao lado do albergue ACB (na verdade anexo a ele), que é bem maneiro pra tomar uma, conhecer a galera e curtir um som. O ruim é que fecha cedo para padrões brasileiros de noitada.


Sky Tower

Sky Tower


 Vista desde a Sky Tower


  Vista desde a Sky Tower


Por do sol desde a Sky Tower


Auckland